A reitora Sandra Goulart Almeida assinou recentemente acordo para promover a mobilidade de estudantes de pós-graduação da Faculdade de Ciências da Saúde e Programa de Doutorado em Ciências da Saúde da Universidade de Málaga e dos cursos de pós-graduação da Universidade Federal de Minas Gerais, além de intercâmbio de professores e pesquisadores.
As tratativas para o estabelecimento do convênio foram estabelecidas por professores do Programa de Pós-graduação em Enfermagem e, além das reuniões de trabalho para a definição de seus termos, contou também com a realização do I Workshop Internacional de Investigação em Enfermagem promovido pela Escola de Enfermagem da UFMG (EEUFMG) em parceria com a Facultad de Ciencias de la Salud da Universidade de Málaga (FCS-UMA), em junho deste ano.
O intercâmbio acadêmico poderá ter duração de um ou dois semestres, inicialmente para no máximo quatro alunos por instituição, por ano, e pode ser feito em qualquer período letivo. Docentes e discentes que ocuparão as vagas de intercâmbio devem ter o visto apropriado, válido pelo período de estudos, e um seguro saúde com cobertura ampla, válido pelo período de estadia no país anfitrião. Estudantes da UFMG que queiram optar pela mobilidade internacional, requer e -se proficiência linguística, ou seja , ter sido aprovado no exame de língua espanhola aplicado pelo Centro de Extensão da Faculdade de Letras da UFMG.
A professora Kleyde Ventura de Souza, coordenadora do Colegiado do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, ressaltou a importância deste convênio de intercâmbio acadêmico entre as Universidades. “Este acordo representa um marco significativo para o Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da Escola de Enfermagem da UFMG, bem como para a Escola de Enfermagem como um todo, ao fortalecer a internacionalização e proporcionar aos estudantes e professores oportunidades de crescimento acadêmico e profissional. A experiência de estudar e pesquisar em um ambiente internacional é essencial para a formação de excelência, preparando pesquisadores e profissionais para atuar em um mundo cada vez mais globalizado. Além disso, fortalece a colaboração científica entre as universidades, ampliando a produção de conhecimento na área da Enfermagem e da saúde”.
