O organograma oficial da Escola de Enfermagem, atualmente vigente, teve sua aprovação em 2019. Ele demonstra graficamente como a Unidade se organiza para realização de sua missão.
A forma como ele é representado revela uma organização verticalmente hierarquizada, com clara separação entre níveis estratégico, tático e operacional; horizontalmente segmentada, por áreas acadêmicas, administrativas e técnicas; e baseada em governança colegiada, típica das Unidades Acadêmicas de Instituições Federais de Ensino Superior (IFES), em que o poder é compartilhado e legitimado por normas institucionais.
A cadeia de autoridade e responsabilidade, ou seja, a hierarquia formal da Escola de Enfermagem, é expressa de forma relativamente clara e tradicional. A nível estratégico, estão as instâncias responsáveis pelas decisões políticas e estratégicas da Unidade, ou seja, a Congregação e a Diretoria. Esse nível tem caráter predominantemente político-institucional, com forte carga normativa e de tomada de decisões de longo prazo.
A nível tático, estão as instâncias intermediárias, responsáveis por traduzir as diretrizes estratégicas em planos, normas e ações concretas, ou seja, Departamentos Acadêmicos, Colegiados de Graduação e de Pós-Graduação, Centro de Extensão, Núcleo de Assessoramento em Pesquisa (NAPq), Superintendência Administrativa e Centro de Tecnologia Educacional em Enfermagem (CETEnf). Essas instâncias têm papel fundamental de mediação entre a alta gestão e a execução cotidiana, exercendo funções de coordenação acadêmica, planejamento setorial e supervisão técnica.
E na base da estrutura estão os setores responsáveis pela execução direta das atividades, compondo o nível operacional. Trata-se de setores como Almoxarifado, Compras, Contabilidade, Infraestrutura, Patrimônio, Pessoal, Secretaria Geral, Comunicação e Laboratórios. Esse nível é marcado pela rotina operacional, cumprimento de processos, atendimento ao público interno e execução de políticas definidas nos níveis superiores. A organização horizontal diz respeito à divisão funcional do trabalho e à coexistência de diferentes áreas especializadas.
Em relação à organização horizontal, observa-se uma clara separação em três grandes eixos horizontais no organograma da Escola de Enfermagem, sendo eles os eixos acadêmico, administrativo e técnico. O primeiro e o terceiro estão concentrados à esquerda e à direita e ambos estão orientados para a missão- fim da instituição: ensino, pesquisa e extensão. O segundo está concentrado ao meio e sustenta a missão-meio, garantindo condições materiais, financeiras, patrimoniais e de pessoal para que as atividades acadêmicas ocorram.
Em acordo com a estrutura organizacional típica de uma Unidade Acadêmica de IFES, percebe-se que a lógica horizontal é funcional: cada setor tem atribuições próprias, alto grau de especialização e relativa autonomia técnica, ainda que subordinado hierarquicamente.
O organograma oficial atualmente vigente já não representa a realidade organizacional da Escola de Enfermagem e está em processo de atualização. Desde sua aprovação, em 2019, houve extinção, criação e reorganização de estruturas.
