Nos dias 3 e 5 de dezembro, os projetos de extensão: Florescer; Tenda sem Tabu e Centro Vivo, do Departamento de Enfermagem Aplicada da Escola de Enfermagem da UFMG, realizaram ações para, juntos, atuarem em prol da campanha do Ministério da Saúde para a Prevenção contra o HIV. As atividades foram coordenadas pelas professoras Elaine Miguel Delvivo Farão, Sumaya Giarola Cecilio, Mariana Almeida Maia, Bárbara Sgarbi Morgan Fernandes e contaram com a participação de cerca de 100 pessoas.
O Centro de Saúde Santa Lúcia, recebeu na terça-feira, dia 3, a ação do projeto Florescer, que utilizando tecnologia Educativa Mitos e Verdades, realizou uma sala de espera como uma forma de promover o diálogo e o conhecimento entre os usuários. A ação é fruto do objetivo do projeto que realiza ações de promoção e educação popular em saúde com usuários do Centro de Saúde.
Na quinta-feira, dia 5 de dezembro, o projeto Tenda sem Tabu e Centro vivo realizaram a montagem de stands no Parque Municipal de Belo Horizonte, com diferentes tecnologias educativas, como o tapete da mandala de prevenção combinada contra as Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs), o jogo cara-a-cara das ISTs, assim como folders e cards educativos sobre o tema.
Atividade realizada no Parque Municipal
Os projetos Tenda sem Tabu e Centro vivo têm, respectivamente, os objetivos de democratizar os saberes científicos em saúde nos espaços urbanos do centro de Belo Horizonte, por meio de intervenções educativas, com foco na promoção da saúde e desenvolver ações educativas itinerantes em diferentes espaços urbanos de Belo Horizonte, com foco na prevenção contra infecções sexualmente transmissíveis/HIV.
“Os questionamentos levantados pelos estudantes sobre a necessidade de ações de Promoção da Saúde no território, propiciaram a articulação com o serviço para a elaboração da proposta de extensão. O debate sobre a promoção da saúde das pessoas na Atenção Primária à Saúde torna-se relevante na contemporaneidade no sentido de potencializar a melhoria da qualidade de vida das pessoas e o exercício da cidadania, por meio do diálogo e da construção compartilhada dos saberes e práticas”, afirmaram as professoras.
