{"id":4297,"date":"2024-11-01T09:26:54","date_gmt":"2024-11-01T12:26:54","guid":{"rendered":"https:\/\/www.enf.ufmg.br\/?page_id=4297"},"modified":"2026-07-07T14:17:13","modified_gmt":"2026-07-07T17:17:13","slug":"escola-de-enfermagem-propoe-atividades-do-novembro-negro-na-ufmg","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.enf.ufmg.br\/?p=4297","title":{"rendered":"Escola de Enfermagem prop\u00f5e atividades do Novembro Negro na UFMG"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"float: right;\" src=\"images\/Nova pasta\/nOVEMBRO_nEGRO.png\" alt=\"\" \/>Mais de 120 atividades, das mais diversas naturezas, comp\u00f5em a <a href=\"https:\/\/www.ufmg.br\/novembronegro\/programacao\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">programa\u00e7\u00e3o do Novembro Negro da UFMG<\/a>, que chega a sua s\u00e9tima edi\u00e7\u00e3o. Este ano, a iniciativa conclama \u00e0 luta antirracista e valoriza o compromisso da Universidade com a forma\u00e7\u00e3o acad\u00eamica e cidad\u00e3 pautada na erradica\u00e7\u00e3o de todas as formas de intoler\u00e2ncia, discrimina\u00e7\u00e3o e viola\u00e7\u00e3o de direitos humanos. A confer\u00eancia de abertura oficial do evento ser\u00e1 sobre rela\u00e7\u00e3o entre direitos humanos e a luta antirracista, a cargo da ministra dos Direitos Humanos, Maca\u00e9 Evaristo, na pr\u00f3xima segunda, 4, \u00e0s 16h, no Audit\u00f3rio da Reitoria. Ela ser\u00e1 acompanhada pela reitora Sandra Goulart Almeida.<\/p>\n<p>A Escola de Enfermagem prop\u00f5e tr\u00eas atividades. No dia 14 de novembro, \u00e0s 18 horas, ser\u00e1 realizado no audit\u00f3rio Maria Sinno o <a href=\"https:\/\/www.ufmg.br\/novembronegro\/prog\/seminario-cuidar-da-mente-resgatar-a-identidade-saude-mental-na-comunidade-negra\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">semin\u00e1rio &#8220;Cuidar da Mente, Resgatar a Identidade: Sa\u00fade Mental na Comunidade Negra&#8221;<\/a> promovido pela Liga Acad\u00eamica de Enfermagem em Sa\u00fade Mental (LAESAM) em parceria com o Diret\u00f3rio Acad\u00eamico de Enfermagem (DAMAR). O evento, ministrado pela\u00a0enfermeira e egressa da EEUFMG Wendy Kelly Loyola Fernande, ser\u00e1 aberto \u00e0 comunidade acad\u00eamica e externa e visa proporcionar \u00e0queles presentes reflex\u00e3o e questionamentos perante as pautas que circundam nossa sociedade h\u00e1 s\u00e9culos.\u00a0\u00a0<a href=\"https:\/\/docs.google.com\/forms\/d\/e\/1FAIpQLSctShzc3d3vgbzQrgg6TWErH_LuA3dZoVUt02K4vmsLQ5MLDA\/viewform\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Inscri\u00e7\u00e3o gratuita aqui.<\/a><\/p>\n<p>Entre os dias 20 e 27 de novembro, no hall de entrada da Escola de Enfermagem da UFMG, ser\u00e1 realizada\u00a0a<a href=\"https:\/\/www.ufmg.br\/novembronegro\/prog\/exposicoes-nossas-raizes-identidade-racial-na-escola-de-enfermagem\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">\u00a0exposi\u00e7\u00e3o interativa \u201cNossas Ra\u00edzes: Identidade Racial na Escola de Enfermagem\u201d<\/a>, organizada pelas professoras Kleyde Ventura de Souza e Eunice Francisca Martins. O objetivo da atividade \u00e9 criar um espa\u00e7o onde funcion\u00e1rios, professores e estudantes possam expressar suas percep\u00e7\u00f5es e viv\u00eancias sobre ra\u00e7a e cor, promovendo uma reflex\u00e3o coletiva sobre identidade racial no ambiente acad\u00eamico. O mural ser\u00e1 composto por diferentes se\u00e7\u00f5es tem\u00e1ticas, incentivando a participa\u00e7\u00e3o de todos.<\/p>\n<p>A <a href=\"https:\/\/www.ufmg.br\/novembronegro\/prog\/exposicao-as-cores-dos-indicadores-de-atencao-ao-parto-e-nascimento\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">exposi\u00e7\u00e3o \u201cAs cores dos indicadores de aten\u00e7\u00e3o ao parto e nascimento!\u201d\u00a0<\/a>estar\u00e1 no hall de entrada da EEUFMG e na maternidade do HC-UFMG\u00a0entre os\u00a0dias 25\u00a0e 29 de novembro.\u00a0Tamb\u00e9m sob coordena\u00e7\u00e3o das professoras Kleyde Ventura de Souza e Eunice Francisca Martins, a atividade prop\u00f5e dar visibilidade \u00e0s desigualdades entre os indicadores locais, regionais e nacionais de aten\u00e7\u00e3o ao parto e nascimento e mobilizar as pessoas para reconhecer o racismo presentes no cotidiano do cuidado \u00e0s mulheres, na esfera da sa\u00fade reprodutiva. Pretende-se trabalhar os indicadores de modo din\u00e2mico, onde as pessoas (trabalhadores, usu\u00e1rias e acompanhantes de todas as ra\u00e7as\/cores) possam colocar suas respostas (em forma de cores) e depois conferir os acertos e erros para cada indicador. Al\u00e9m disso, ter\u00e1 um espa\u00e7o para se colocarem como integrantes da produ\u00e7\u00e3o deste indicador, tanto como profissional e tamb\u00e9m como usu\u00e1rias do servi\u00e7o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Racismo em diferentes manifesta\u00e7\u00f5es<\/strong><br \/>Como afirma o texto de apresenta\u00e7\u00e3o do evento, \u201c\u00e9 necess\u00e1rio transformar e reconstruir a universidade com uma educa\u00e7\u00e3o antirracista, alicer\u00e7ada em valores democr\u00e1ticos e com igualdade de oportunidades\u201d. Nesta edi\u00e7\u00e3o, ser\u00e3o destacados, por meio de amplo di\u00e1logo, os avan\u00e7os na UFMG e as dificuldades encontradas para o enfrentamento ao racismo em suas diferentes manifesta\u00e7\u00f5es \u2013 estrutural, institucional, epistemol\u00f3gica, interpessoal, entre outras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Estudantes de gradua\u00e7\u00e3o e p\u00f3s s\u00e3o respons\u00e1veis pela proposi\u00e7\u00e3o de 45% das atividades, seguidos por professores (18%), servidores t\u00e9cnico-administrativos (14%), comunidades que se relacionam com a UFMG, com participa\u00e7\u00e3o significativa de ex-alunos (14%), inst\u00e2ncias administrativas (5%) e colaboradores terceirizados (4%). Noventa e tr\u00eas por cento das propostas foram apresentadas por pessoas que se autodeclaram negras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cEsta edi\u00e7\u00e3o do Novembro Negro tem forte protagonismo estudantil, assim como grande amplitude de distribui\u00e7\u00e3o dos eventos, que se espalham por todas as unidades de todos os campi, em Belo Horizonte e Montes Claros, e os espa\u00e7os de cultura e ci\u00eancia\u201d, enfatiza a professoras Elis\u00e2ngela Chaves, diretora de Pol\u00edticas de A\u00e7\u00f5es Afirmativas da Pr\u00f3-reitoria de Assuntos Estudantis (Prae). Ela salienta tamb\u00e9m a diversidade de tipos de atividades \u2013 h\u00e1 exposi\u00e7\u00f5es, semin\u00e1rios, f\u00f3runs, rodas de conversa, oficinas, apresenta\u00e7\u00f5es art\u00edsticas, entre outras, e ainda o Festival de Teatro Negro, organizado pelo Teatro Universit\u00e1rio, pela Pr\u00f3-reitoria de Cultura e pela Prae. Toda a programa\u00e7\u00e3o \u00e9 gratuita; algumas pedem inscri\u00e7\u00f5es apenas por causa da limita\u00e7\u00e3o de lugares em audit\u00f3rios, por exemplo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u2018Sempre mais a ser vivido\u2019<\/strong><br \/>A programa\u00e7\u00e3o vai abrigar a 1\u00aa Mostra de Acad\u00eamico-cient\u00edfica de Estudantes Negras e Negros, promovida em parceria com o Centro de Conviv\u00eancia Negra (CCN). Ser\u00e3o expostos em forma de p\u00f4steres, no CAD 2, campus Pampulha, 34 trabalhos de alunos de gradua\u00e7\u00e3o e p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o. O objetivo \u00e9 ampliar a visibilidade do conhecimento produzido por estudantes negros e negras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A edi\u00e7\u00e3o de 2024 do Novembro Negro \u00e9 marcada pela perspectiva da manifesta\u00e7\u00e3o de saberes e experi\u00eancias muito diversas, segundo Elis\u00e2ngela Chaves. \u201cEste Novembro tamb\u00e9m nos lembra que h\u00e1 sempre mais a ser vivido nos espa\u00e7os da Universidade. O aumento da presen\u00e7a de pessoas negras na UFMG tem incidido fortemente no nosso fazer cotidiano, e cresce tamb\u00e9m a atua\u00e7\u00e3o de coletivos ligados a movimentos sociais\u201d, ressalta a professora da Escola de Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica, Fisioterapia e Terapia Ocupacional.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para diretora de Pol\u00edticas de A\u00e7\u00f5es Afirmativas da Prae, o volume e a diversidade das propostas de interven\u00e7\u00f5es para o Novembro Negro demonstram que \u00e9 cada vez maior a sensibilidade da comunidade universit\u00e1ria para a pauta da valoriza\u00e7\u00e3o da cultura negra e do combate ao racismo. \u201cEsse movimento \u00e9 muito potente porque passa pela percep\u00e7\u00e3o, pela consci\u00eancia e pela luta, que ganha for\u00e7a e \u00e9 muito mais compartilhada. Muito mais pessoas dedicam seu tempo, sem retorno objetivo, em prol de uma luta coletiva por mudan\u00e7a social e pelo combate ao racismo\u201d, afirma Elis\u00e2ngela.<\/p>\n<p><em><a href=\"https:\/\/www.ufmg.br\/novembronegro\/programacao\/?fbclid=PAZXh0bgNhZW0CMTEAAabiafrCuDecO3w5vnTxlSgDCenuTYl6Z2tLb9LPgRqZuyaz6IrMkGl89Os_aem_nqYQMyt9bw2GKlbnDRkq8g\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Todas as informa\u00e7\u00f5es sobre o Novembro Negro est\u00e3o no site dedicado ao evento.<\/a><br \/>(Com Centro de Comunica\u00e7\u00e3o da UFMG)<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mais de 120 atividades, das mais diversas naturezas, comp\u00f5em a programa\u00e7\u00e3o do Novembro Negro da UFMG, que chega a sua s\u00e9tima edi\u00e7\u00e3o. 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