{"id":11918,"date":"2026-10-23T15:53:55","date_gmt":"2026-10-23T18:53:55","guid":{"rendered":"https:\/\/www.enf.ufmg.br\/?p=11918"},"modified":"2026-10-23T15:53:56","modified_gmt":"2026-10-23T18:53:56","slug":"mulheres-relatam-barreiras-para-ocupar-espacos-na-ciencia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.enf.ufmg.br\/?p=11918","title":{"rendered":"Mulheres relatam barreiras para ocupar espa\u00e7os na ci\u00eancia"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As dificuldades enfrentadas pelas mulheres para se tornarem pesquisadoras foram discutidas na mesa-redonda\u00a0<em>H\u00e1 pol\u00edticas p\u00fablicas para mulheres na ci\u00eancia?<\/em>\u00a0<em>Relatos de experi\u00eancias<\/em>, realizada na manh\u00e3 de hoje, 22, no audit\u00f3rio da Reitoria, como parte da programa\u00e7\u00e3o da\u00a0<a href=\"https:\/\/www.ufmg.br\/semanadoconhecimento\/\">Semana do Conhecimento da UFMG 2026<\/a>. Participaram da mesa a vice-reitora Alamanda Kfoury, a professora Deborah Malta, da Escola de Enfermagem, a diretora Rosy Mary Isa\u00edas, do ICB, e a professora Virg\u00ednia Ciminelli, da Escola de Engenharia. A media\u00e7\u00e3o foi feita pela professora Jaqueline Takahashi, pr\u00f3-reitora adjunta de Pesquisa.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image alignright size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"864\" height=\"445\" src=\"https:\/\/www.enf.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/image.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-11919\" style=\"aspect-ratio:1.9415379213483146;width:546px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/www.enf.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/image.png 864w, https:\/\/www.enf.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/image-300x155.png 300w, https:\/\/www.enf.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/image-768x396.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 864px) 100vw, 864px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Rosy Mary, D\u00e9bora Malta, Alamanda Kfoury, Virg\u00ednia Ciminelli e Jaqueline Takahashi ap\u00f3s a mesa-redonda<br>Foto: Raphaella Dias | UFMG<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As pesquisadoras convidadas contaram um pouco de suas trajet\u00f3rias, destacando como as pol\u00edticas p\u00fablicas s\u00e3o necess\u00e1rias para que as mulheres alcancem lugares de destaque no campo da ci\u00eancia. Jaqueline Takahashi abriu o debate afirmando que, apesar de a maioria dos estudantes de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o ser composta de mulheres, isso n\u00e3o se reflete nos cargos de gest\u00e3o e de chefia das universidades e dos institutos de pesquisa. Ela afirmou que, para reverter essa realidade, as pol\u00edticas p\u00fablicas precisam ir al\u00e9m de reflex\u00f5es simplistas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cMuitas pessoas falam que as mulheres pesquisadoras n\u00e3o alcan\u00e7am esses cargos mais altos porque tamb\u00e9m exercem a maternidade e os cuidados dom\u00e9sticos. Precisamos pensar al\u00e9m disso, pois o grupo de mulheres pesquisadoras n\u00e3o \u00e9 homog\u00eaneo. Assim, as pol\u00edticas p\u00fablicas precisam ser pensadas de maneira mais integral e com recortes de ra\u00e7a, classe e regionalidade. As pol\u00edticas devem se tornar sustent\u00e1veis para a carreira das jovens pesquisadoras\u201d, disse.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Machismo estrutural<br><\/strong>Deborah Malta listou diversos fatores que considera cruciais para explicar a atual realidade das mulheres na pesquisa. Ela apresentou dados que mostram que as mulheres ocupam 52% das vagas na p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o, mas representam apenas 31% dos pesquisadores do mundo. J\u00e1 nos cargos de gest\u00e3o das academias de ci\u00eancias, as mulheres ocupam apenas 19% dos postos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cO que est\u00e1 por tr\u00e1s da falta de equidade na pesquisa \u00e9 o machismo estrutural. O Brasil \u00e9 machista e mis\u00f3gino, e isso \u00e9 normalizado em nosso pa\u00eds. Somos o quinto pa\u00eds que mais mata mulheres no mundo e, apenas em 1932, conquistamos o direito ao voto \u2013 e ainda temos que ouvir, em pleno 2026, pessoas defendendo que as mulheres n\u00e3o deveriam votar. N\u00e3o podemos mais aceitar esse tipo de pensamento\u201d, desabafou.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=73fnz98hzDs&amp;t=40s\">\u00c0 TV UFMG, Deborah Malta falou sobre a import\u00e2ncia de pol\u00edticas p\u00fablicas para aumentar a presen\u00e7a de mulheres na ci\u00eancia.<\/a><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"881\" height=\"749\" src=\"https:\/\/www.enf.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/deborah-tvufmg.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-11920\" style=\"aspect-ratio:1.1762386565140295;width:419px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/www.enf.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/deborah-tvufmg.png 881w, https:\/\/www.enf.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/deborah-tvufmg-300x255.png 300w, https:\/\/www.enf.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/deborah-tvufmg-768x653.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 881px) 100vw, 881px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Virg\u00ednia Ciminelli, da Escola de Engenharia, destacou que as mulheres s\u00e3o sub-representadas em sua \u00e1rea, embora j\u00e1 existam pol\u00edticas p\u00fablicas de incentivo \u00e0 participa\u00e7\u00e3o feminina na ci\u00eancia. \u201cAs pol\u00edticas possibilitam que as mulheres assumam posi\u00e7\u00f5es de lideran\u00e7a e influenciem as decis\u00f5es, mas precisamos trabalhar mais para avan\u00e7ar na participa\u00e7\u00e3o das mulheres na produ\u00e7\u00e3o de artigos, na pesquisa e na gest\u00e3o\u201d, disse.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ela mostrou a evolu\u00e7\u00e3o da presen\u00e7a de mulheres na Academia Brasileira de Ci\u00eancias (ABC), \u00f3rg\u00e3o criado em 1916. A \u00e1rea de Ci\u00eancias da Engenharia surgiu apenas em 1996, e Ciminelli se tornou a primeira mulher titular na \u00e1rea em 2009. Ao longo dos anos, a participa\u00e7\u00e3o feminina na ABC aumentou, e a institui\u00e7\u00e3o hoje conta com 19 representantes. \u201cEsse aumento da nossa participa\u00e7\u00e3o foi um trabalho \u00e1rduo que ocorreu por meio da cria\u00e7\u00e3o de um grupo de mulheres que passou a exigir maior representatividade. Nossa participa\u00e7\u00e3o na Academia n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 um reconhecimento, mas tamb\u00e9m favorece a amplia\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas que promovam a presen\u00e7a feminina na ci\u00eancia como um todo\u201d, afirmou.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ciminelli finalizou sua fala mencionando algumas pol\u00edticas p\u00fablicas e iniciativas que contribuem para ampliar a participa\u00e7\u00e3o feminina na ci\u00eancia, como a Lei 15.124 de 2025, que ampliou a prote\u00e7\u00e3o \u00e0 maternidade e a janela de avalia\u00e7\u00e3o da produtividade de mulheres pesquisadoras, e o Programa Aurora, da Coordena\u00e7\u00e3o de Aperfei\u00e7oamento de Pessoal de N\u00edvel Superior (Capes), que promove a concess\u00e3o de bolsas ap\u00f3s o nascimento dos filhos de pesquisadoras.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Mulher negra cientista: padr\u00e3o ou exce\u00e7\u00e3o?<br><\/strong>Rosy Mary Isa\u00edas iniciou sua fala dirigindo essa pergunta ao p\u00fablico. Rosy \u00e9 a primeira e \u00fanica cientista autodeclarada negra a atingir o n\u00edvel 1A, o topo do escal\u00e3o de bolsas de Produtividade em Pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient\u00edfico e Tecnol\u00f3gico (CNPq). Ela explicou que essa conquista \u00e9 essencial para estimular jovens cientistas negras a sonharem com a carreira de pesquisadora. \u201cAs jovens desistiram de sonhar, e estamos vendo isso agora durante as elei\u00e7\u00f5es. Elas precisam descobrir que a universidade \u00e9 um caminho para elas\u201d, disse.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em sua carreira, Rosy Mary afirma que superou muitas barreiras. Ela desabafou ao contar que, ainda hoje, pessoas demonstram estranheza quando descobrem que ela \u00e9 negra e dirige o Instituto de Ci\u00eancias Biol\u00f3gicas (ICB). \u201cSe eu sou a \u00fanica, onde est\u00e3o as outras pesquisadoras negras? Os dados mostram que somos a minoria na doc\u00eancia do ensino superior, mas por que as mulheres negras n\u00e3o est\u00e3o conseguindo alcan\u00e7ar os postos mais altos? As a\u00e7\u00f5es afirmativas para provimento de cargos nas universidades precisam ser colocadas em pr\u00e1tica, pois vemos que h\u00e1 mecanismos que burlam as leis de cotas que ajudariam as pesquisadoras negras a ocuparem esses espa\u00e7os\u201d, desabafou.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ela concluiu sua fala afirmando que se sente respons\u00e1vel por estimular jovens pesquisadoras a seguirem na carreira cient\u00edfica. \u201cPreciso falar com essas meninas para elas n\u00e3o desistirem. \u00c9 necess\u00e1rio nos articularmos para alcan\u00e7ar a justi\u00e7a, a equidade, a diversidade e a inclus\u00e3o. Por isso criei a \u2018Confraria Cient\u00edfica das Manas\u2019, um grupo que busca estrat\u00e9gias para ocuparmos os espa\u00e7os. Juntas, chegaremos l\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Mudan\u00e7as devem ser estruturais<br><\/strong>As participantes da mesa afirmaram que as mudan\u00e7as necess\u00e1rias para ampliar a presen\u00e7a das mulheres na ci\u00eancia devem ser estruturais e ocorrer a longo prazo. A vice-reitora Alamanda Kfoury Pereira contou que veio de uma fam\u00edlia de quatro mulheres e que passou a vida toda ouvindo seu pai dizer que as mulheres precisavam estudar para ocupar esses espa\u00e7os.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"640\" height=\"445\" src=\"https:\/\/www.enf.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/amalanda-640x445-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-11921\" style=\"width:400px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/www.enf.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/amalanda-640x445-1.jpg 640w, https:\/\/www.enf.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/amalanda-640x445-1-300x209.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Vice-reitora ouviu de seu pai que mulheres deveriam estudar para ocupar espa\u00e7os<br>Foto: Raphaella Dias | UFMG<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cAo estudar, as mulheres conseguem criar oportunidades, mesmo quando elas n\u00e3o s\u00e3o oferecidas. As pol\u00edticas p\u00fablicas s\u00e3o importantes, mas \u00e9 necess\u00e1rio transform\u00e1-las em a\u00e7\u00f5es concretas no dia a dia. Precisamos mostrar que a educa\u00e7\u00e3o transforma vidas. Eu n\u00e3o sei o que seria de mim se eu n\u00e3o tivesse estudado. A universidade precisa ser acolhedora, pois ela tem papel importante para que todas as pessoas, sejam homens, mulheres ou pessoas trans, tenham espa\u00e7o para desenvolver suas potencialidades.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O reitor Alessandro Fernandes Moreira afirmou que o momento atual brasileiro exige clareza sobre aquilo que \u00e9 defendido e responsabilidade diante do futuro que a sociedade quer construir. Ele destacou que a ci\u00eancia, a universidade p\u00fablica e os direitos das mulheres est\u00e3o no centro de quest\u00f5es fundamentais para o pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cA defesa da ci\u00eancia e da universidade p\u00fablica \u00e9 insepar\u00e1vel da defesa da democracia, da igualdade de direitos e das condi\u00e7\u00f5es para que as mulheres participem plenamente da produ\u00e7\u00e3o do conhecimento. Essa compreens\u00e3o orienta o compromisso da UFMG com uma universidade p\u00fablica, inclusiva, plural e socialmente referenciada\u201d, disse.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image alignright is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"336\" height=\"445\" src=\"https:\/\/www.enf.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/SEMANA-DO-CONHECIMENTO-FOTOS-RAPHAELLA-DIAS-22-10-26-8-336x445-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-11922\" style=\"width:272px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/www.enf.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/SEMANA-DO-CONHECIMENTO-FOTOS-RAPHAELLA-DIAS-22-10-26-8-336x445-1.jpg 336w, https:\/\/www.enf.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/SEMANA-DO-CONHECIMENTO-FOTOS-RAPHAELLA-DIAS-22-10-26-8-336x445-1-227x300.jpg 227w\" sizes=\"auto, (max-width: 336px) 100vw, 336px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Para o reitor, combater estere\u00f3tipos de g\u00eanero \u00e9 fun\u00e7\u00e3o da UniversidadeFoto: Raphaella Dias | UFMG<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ele acrescentou que, nos momentos em que os discursos negacionistas procuram desqualificar a ci\u00eancia, a autonomia das universidades \u00e9 questionada e os direitos conquistados pelas mulheres voltam a ser objeto de contesta\u00e7\u00e3o, a sociedade n\u00e3o est\u00e1 diante de quest\u00f5es isoladas, mas de disputas sobre os fundamentos da vida democr\u00e1tica e sobre as condi\u00e7\u00f5es que permitem ampliar a capacidade coletiva de compreender e transformar a realidade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201c\u00c9 nesse contexto que precisamos pensar na presen\u00e7a das mulheres na ci\u00eancia. Ao longo da hist\u00f3ria, as mulheres produziram conhecimento, formularam teorias, realizaram descobertas e transformaram seus campos de atua\u00e7\u00e3o. Ainda assim, elas tiveram suas contribui\u00e7\u00f5es invisibilizadas, enfrentaram barreiras ao acesso \u00e0 forma\u00e7\u00e3o e \u00e0 carreira acad\u00eamica e precisaram disputar espa\u00e7os de reconhecimento e decis\u00e3o. A persist\u00eancia dessas desigualdades revela que a amplia\u00e7\u00e3o da presen\u00e7a feminina n\u00e3o \u00e9 suficiente, por si s\u00f3, para assegurar condi\u00e7\u00f5es efetivas de participa\u00e7\u00e3o.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O reitor foi enf\u00e1tico ao defender que o combate aos estere\u00f3tipos de g\u00eanero \u00e9 uma responsabilidade institucional. \u201cSignifica enfrentar mecanismos de exclus\u00e3o, ampliar oportunidades, promover condi\u00e7\u00f5es de perman\u00eancia e assegurar que as mulheres tenham reconhecimento, autonomia e participa\u00e7\u00e3o nos espa\u00e7os em que o conhecimento \u00e9 produzido e as decis\u00f5es s\u00e3o tomadas. Significa, tamb\u00e9m, compreender que justi\u00e7a e equidade exigem mais do que o reconhecimento formal de direitos: requer aten\u00e7\u00e3o \u00e0s desigualdades concretas e compromisso com sua transforma\u00e7\u00e3o\u201d, concluiu.<br><em>(Centro de Comunica\u00e7\u00e3o da UFMG)<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As dificuldades enfrentadas pelas mulheres para se tornarem pesquisadoras foram discutidas na mesa-redonda\u00a0H\u00e1 pol\u00edticas p\u00fablicas para mulheres na ci\u00eancia?\u00a0Relatos de experi\u00eancias, realizada na manh\u00e3 de hoje, 22, no audit\u00f3rio da [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_price":"","_stock":"","_tribe_ticket_header":"","_tribe_default_ticket_provider":"","_tribe_ticket_capacity":"0","_ticket_start_date":"","_ticket_end_date":"","_tribe_ticket_show_description":"","_tribe_ticket_show_not_going":false,"_tribe_ticket_use_global_stock":"","_tribe_ticket_global_stock_level":"","_global_stock_mode":"","_global_stock_cap":"","_tribe_rsvp_for_event":"","_tribe_ticket_going_count":"","_tribe_ticket_not_going_count":"","_tribe_tickets_list":"[]","_tribe_ticket_has_attendee_info_fields":false,"_EventAllDay":false,"_EventTimezone":"","_EventStartDate":"","_EventEndDate":"","_EventStartDateUTC":"","_EventEndDateUTC":"","_EventShowMap":false,"_EventShowMapLink":false,"_EventURL":"","_EventCost":"","_EventCostDescription":"","_EventCurrencySymbol":"","_EventCurrencyCode":"","_EventCurrencyPosition":"","_EventDateTimeSeparator":"","_EventTimeRangeSeparator":"","_EventOrganizerID":[],"_EventVenueID":[],"_OrganizerEmail":"","_OrganizerPhone":"","_OrganizerWebsite":"","_VenueAddress":"","_VenueCity":"","_VenueCountry":"","_VenueProvince":"","_VenueState":"","_VenueZip":"","_VenuePhone":"","_VenueURL":"","_VenueStateProvince":"","_VenueLat":"","_VenueLng":"","_VenueShowMap":false,"_VenueShowMapLink":false,"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[],"class_list":["post-11918","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.enf.ufmg.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/11918","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.enf.ufmg.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.enf.ufmg.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.enf.ufmg.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.enf.ufmg.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=11918"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.enf.ufmg.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/11918\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":11923,"href":"https:\/\/www.enf.ufmg.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/11918\/revisions\/11923"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.enf.ufmg.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=11918"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.enf.ufmg.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=11918"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.enf.ufmg.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=11918"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}