{"id":11716,"date":"2026-10-07T18:38:17","date_gmt":"2026-10-07T21:38:17","guid":{"rendered":"https:\/\/www.enf.ufmg.br\/?p=11716"},"modified":"2026-10-07T18:44:50","modified_gmt":"2026-10-07T21:44:50","slug":"seminario-debate-prevencao-do-idadismo-e-garantia-de-direitos-da-pessoa-idosa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.enf.ufmg.br\/?p=11716","title":{"rendered":"Semin\u00e1rio debate preven\u00e7\u00e3o do idadismo e garantia de direitos da pessoa idosa"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O combate ao idadismo exige reconhecer como o preconceito relacionado \u00e0 idade se manifesta nas rela\u00e7\u00f5es cotidianas, nas institui\u00e7\u00f5es, nas pol\u00edticas p\u00fablicas e nas pr\u00e1ticas de cuidado. Essa foi uma das principais reflex\u00f5es do semin\u00e1rio \u201cIdadismo na d\u00e9cada do envelhecimento saud\u00e1vel: da teoria \u00e0s pr\u00e1ticas cotidianas\u201d, promovido nesta ter\u00e7a-feira, 6 de outubro, pela Escola de Enfermagem da Universidade Federal de Minas Gerais (EEUFMG), em parceria com a PUC Minas. Coordenado pelas professoras S\u00f4nia Maria Soares, da EEUFMG, e Nat\u00e1lia Horta, da PUC Minas, o encontro reuniu estudantes, docentes, profissionais, gestores, representantes da sociedade civil, empresas de neg\u00f3cios sociais e pessoas interessadas na tem\u00e1tica do envelhecimento.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A programa\u00e7\u00e3o prop\u00f4s discutir formas de preven\u00e7\u00e3o e enfrentamento do idadismo, a garantia dos direitos da pessoa idosa no \u00e2mbito das pol\u00edticas p\u00fablicas e experi\u00eancias desenvolvidas por institui\u00e7\u00f5es de ensino superior e organiza\u00e7\u00f5es da sociedade civil. Na abertura, a professora S\u00f4nia Soares destacou o papel das universidades na forma\u00e7\u00e3o, na pesquisa e na extens\u00e3o e defendeu que o enfrentamento \u00e0 viol\u00eancia contra a pessoa idosa e a constru\u00e7\u00e3o de uma cultura de respeito precisam estar presentes nos diferentes espa\u00e7os sociais. A professora Nat\u00e1lia Horta ressaltou, por sua vez, a import\u00e2ncia das rela\u00e7\u00f5es intergeracionais como estrat\u00e9gia de enfrentamento ao idadismo e defendeu que a postura antidadista seja constru\u00edda ao longo de toda a vida.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"768\" src=\"https:\/\/www.enf.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/Sonia-e-Nathalia-1024x768.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-11723\" style=\"aspect-ratio:1.3333401151553377;width:417px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/www.enf.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/Sonia-e-Nathalia-1024x768.jpeg 1024w, https:\/\/www.enf.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/Sonia-e-Nathalia-300x225.jpeg 300w, https:\/\/www.enf.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/Sonia-e-Nathalia-768x576.jpeg 768w, https:\/\/www.enf.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/Sonia-e-Nathalia-1536x1152.jpeg 1536w, https:\/\/www.enf.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/Sonia-e-Nathalia.jpeg 1600w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Professoras S\u00f4nia e  Nat\u00e1lia durante a mesa de abertura do evento<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A palestra de abertura foi ministrada pela professora Larissa Picinato Mazuchelli, da Universidade Federal de Uberl\u00e2ndia (UFU), que abordou o tema \u201cIdadismo no S\u00e9culo XXI, Discursos, Direitos e Pr\u00e1ticas Cotidianas\u201d. Pesquisadora do envelhecimento e do discurso e coordenadora do Observat\u00f3rio do Idadismo, Larissa apresentou situa\u00e7\u00f5es que mostram como o preconceito et\u00e1rio pode aparecer tanto em formas expl\u00edcitas de viol\u00eancia quanto em atitudes aparentemente banais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo a pesquisadora, o idadismo pode se manifestar por meio de estere\u00f3tipos, pr\u00e1ticas discriminat\u00f3rias e diferentes formas de viol\u00eancia, inclusive de maneira autodirigida, interpessoal ou institucional. Ela chamou aten\u00e7\u00e3o para a rela\u00e7\u00e3o do idadismo com outros sistemas de opress\u00e3o, como racismo, sexismo, capacitismo e LGBTfobia, que podem se sobrepor e aprofundar situa\u00e7\u00f5es de vulnerabilidade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entre os exemplos apresentados, estiveram situa\u00e7\u00f5es envolvendo pessoas idosas em institui\u00e7\u00f5es de longa perman\u00eancia, conte\u00fados publicados nas redes sociais e representa\u00e7\u00f5es que associam a velhice \u00e0 teimosia, \u00e0 incapacidade ou \u00e0 perda de autonomia. Para Larissa, mesmo situa\u00e7\u00f5es apresentadas como humor ou entretenimento podem contribuir para a desvaloriza\u00e7\u00e3o da pessoa idosa quando exp\u00f5em seu constrangimento ou desconsideram sua capacidade de escolha. \u201cO quanto tem se criado uma cultura de achar que o constrangimento n\u00e3o existe, que \u00e9 uma brincadeira apenas. Mas ali a gente est\u00e1 constrangendo\u201d, destacou Larissa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Outro ponto discutido foi a autonomia e o direito de escolha da pessoa idosa, especialmente nas rela\u00e7\u00f5es de cuidado. A reflex\u00e3o chamou aten\u00e7\u00e3o para a necessidade de construir rela\u00e7\u00f5es que reconhe\u00e7am a pessoa idosa como sujeito de direitos, evitando pr\u00e1ticas que limitem sua autonomia em raz\u00e3o da idade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao responder a uma pergunta sobre como estimular comportamentos ben\u00e9ficos \u00e0 sa\u00fade sem retirar a autonomia da pessoa idosa, Larissa defendeu a constru\u00e7\u00e3o de rela\u00e7\u00f5es baseadas no di\u00e1logo e no conhecimento da hist\u00f3ria de vida de cada pessoa. Tamb\u00e9m alertou para a exposi\u00e7\u00e3o indevida de pacientes nas redes sociais como forma de divulga\u00e7\u00e3o do trabalho profissional.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Observat\u00f3rio do Idadismo, apresentado por Larissa, desenvolve materiais educativos, a\u00e7\u00f5es de forma\u00e7\u00e3o e iniciativas de sensibiliza\u00e7\u00e3o voltadas \u00e0 identifica\u00e7\u00e3o e ao enfrentamento do preconceito et\u00e1rio. A proposta, segundo ela, \u00e9 ampliar a capacidade de diferentes grupos de reconhecer pr\u00e1ticas idadistas e construir planos de a\u00e7\u00e3o para enfrent\u00e1-las.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Direitos, pol\u00edticas p\u00fablicas e prote\u00e7\u00e3o social<br><\/strong>A segunda palestra foi conduzida pela defensora p\u00fablica Fernanda Fernandes, coordenadora da Defensoria Especializada da Pessoa Idosa e da Pessoa com Defici\u00eancia de Belo Horizonte, que abordou a atua\u00e7\u00e3o da Defensoria P\u00fablica na garantia de direitos da pessoa idosa.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/www.enf.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/IMG_0412-1-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-11724\" style=\"aspect-ratio:1.4992793575987737;width:399px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/www.enf.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/IMG_0412-1-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.enf.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/IMG_0412-1-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.enf.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/IMG_0412-1-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.enf.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/IMG_0412-1-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/www.enf.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/IMG_0412-1-2048x1365.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Palestra da defensora p\u00fablica Fernanda Fernandes,<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Fernanda destacou a educa\u00e7\u00e3o em direitos como uma das principais estrat\u00e9gias de preven\u00e7\u00e3o ao idadismo. Para ela, o dever de cuidado com a pessoa idosa envolve Estado, sociedade e fam\u00edlia, e a constru\u00e7\u00e3o de ambientes que favore\u00e7am a dignidade deve ser uma responsabilidade compartilhada. \u201cN\u00f3s, na Defensoria, entendemos que a melhor forma de se combater o idadismo \u00e9 educando e ensinando as pessoas a respeito do preconceito em raz\u00e3o da idade\u201d, afirmou.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A defensora tamb\u00e9m chamou aten\u00e7\u00e3o para o envelhecimento populacional como uma transforma\u00e7\u00e3o que j\u00e1 est\u00e1 presente em Minas Gerais e em Belo Horizonte. Nesse cen\u00e1rio, apontou desafios relacionados \u00e0 assist\u00eancia social, habita\u00e7\u00e3o, acessibilidade, mobilidade urbana, previd\u00eancia, cuidado e funcionamento do sistema de Justi\u00e7a. Tamb\u00e9m ressaltou que n\u00e3o existe uma \u00fanica forma de envelhecer. \u201cAs experi\u00eancias de velhice s\u00e3o atravessadas pelas condi\u00e7\u00f5es sociais, econ\u00f4micas e pelos diferentes tipos de preconceito vivenciados ao longo da vida\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um dos pontos destacados foi a compreens\u00e3o do idadismo tamb\u00e9m como uma quest\u00e3o institucional. A restri\u00e7\u00e3o de acesso a direitos e a aus\u00eancia ou insufici\u00eancia de pol\u00edticas p\u00fablicas de cuidado podem produzir situa\u00e7\u00f5es de discrimina\u00e7\u00e3o. Fernanda citou, nesse contexto, desafios relacionados ao acesso a servi\u00e7os de cuidado, \u00e0 acessibilidade urbana e \u00e0 exclus\u00e3o digital.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na avalia\u00e7\u00e3o da defensora, o enfrentamento dessas situa\u00e7\u00f5es exige atua\u00e7\u00e3o articulada entre diferentes setores\u201d Sa\u00fade, assist\u00eancia social, sistema de Justi\u00e7a e rede de prote\u00e7\u00e3o precisam trabalhar de forma integrada para responder \u00e0 complexidade do envelhecimento populacional\u201d, destacou.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As rela\u00e7\u00f5es familiares tamb\u00e9m foram abordadas. Fernanda Fernandes destacou que muitos conflitos relacionados ao cuidado surgem em contextos de sobrecarga e aus\u00eancia de apoio, especialmente porque o trabalho de cuidado ainda \u00e9 fortemente associado \u00e0s mulheres e pouco valorizado socialmente. Ao mesmo tempo, ressaltou que o cuidado n\u00e3o pode ultrapassar os limites da autonomia da pessoa idosa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Cuidado centrado na pessoa<br><\/strong>A programa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m contou com a mesa \u201cAtua\u00e7\u00e3o e Experi\u00eancias das Organiza\u00e7\u00f5es da Sociedade Civil e Empresas Sociais na D\u00e9cada do Envelhecimento Saud\u00e1vel\u201d, que reuniu experi\u00eancias voltadas \u00e0 promo\u00e7\u00e3o do envelhecimento saud\u00e1vel e ao enfrentamento do idadismo. Participaram Marcela Giovanna, da CEMAIS; Michele Queiroz Coelho, da Rede Longevidade; Carla Giacomini, m\u00e9dica geriatra e presidente da Associa\u00e7\u00e3o Cuidadosa; e Moris Litvak, fundador e CEO da Maturi.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"561\" src=\"https:\/\/www.enf.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/IMG_0419-1024x561.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-11720\" style=\"aspect-ratio:1.8253349302286717;width:462px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/www.enf.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/IMG_0419-1024x561.jpg 1024w, https:\/\/www.enf.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/IMG_0419-300x164.jpg 300w, https:\/\/www.enf.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/IMG_0419-768x421.jpg 768w, https:\/\/www.enf.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/IMG_0419-1536x841.jpg 1536w, https:\/\/www.enf.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/IMG_0419-2048x1122.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Moris Litvak, fundador e CEO da Maturi<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As apresenta\u00e7\u00f5es ampliaram o debate para temas como participa\u00e7\u00e3o social, longevidade, trabalho, cuidado, institui\u00e7\u00f5es de longa perman\u00eancia, diversidade et\u00e1ria e atua\u00e7\u00e3o da sociedade civil. Entre as reflex\u00f5es, destacou-se a necessidade de superar uma vis\u00e3o da velhice centrada exclusivamente na incapacidade ou na depend\u00eancia. A presidente da Associa\u00e7\u00e3o Cuidadosa ressaltou que a necessidade de cuidado, inclusive em institui\u00e7\u00f5es, n\u00e3o retira da pessoa idosa o direito de decidir, participar e ser respeitada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A discuss\u00e3o tamb\u00e9m abordou o cuidado centrado na pessoa, em contraposi\u00e7\u00e3o a um cuidado centrado apenas na execu\u00e7\u00e3o de tarefas. A proposta \u00e9 considerar a hist\u00f3ria, as prefer\u00eancias, a autonomia e as escolhas da pessoa idosa como elementos fundamentais da assist\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na mesa, tamb\u00e9m foram apresentadas iniciativas de educa\u00e7\u00e3o, forma\u00e7\u00e3o, participa\u00e7\u00e3o social, empregabilidade e empreendedorismo para pessoas com 50 anos ou mais. A experi\u00eancia da Maturi mostrou estrat\u00e9gias voltadas \u00e0 inser\u00e7\u00e3o de profissionais mais velhos no mercado de trabalho e ao enfrentamento da discrimina\u00e7\u00e3o et\u00e1ria nas empresas. J\u00e1 a Rede Longevidade apresentou iniciativas de produ\u00e7\u00e3o e dissemina\u00e7\u00e3o de conhecimento, forma\u00e7\u00e3o de lideran\u00e7as e articula\u00e7\u00e3o de diferentes setores em torno da longevidade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Enfrentar o idadismo como compromisso coletivo<br><\/strong>Ao longo do semin\u00e1rio, diferentes perspectivas convergiram para a necessidade de reconhecer a pessoa idosa como sujeito de direitos e de superar pr\u00e1ticas que limitam sua autonomia, participa\u00e7\u00e3o e capacidade de decis\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"768\" src=\"https:\/\/www.enf.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/WhatsApp-Image-2026-10-07-at-17.45.46-1024x768.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-11726\" style=\"aspect-ratio:1.3333401151553377;width:432px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/www.enf.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/WhatsApp-Image-2026-10-07-at-17.45.46-1024x768.jpeg 1024w, https:\/\/www.enf.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/WhatsApp-Image-2026-10-07-at-17.45.46-300x225.jpeg 300w, https:\/\/www.enf.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/WhatsApp-Image-2026-10-07-at-17.45.46-768x576.jpeg 768w, https:\/\/www.enf.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/WhatsApp-Image-2026-10-07-at-17.45.46.jpeg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Organizadores e palestrantes do evento<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para as coordenadoras do evento, promover esse debate no ambiente universit\u00e1rio tamb\u00e9m significa reafirmar o compromisso social das institui\u00e7\u00f5es de ensino com a forma\u00e7\u00e3o de profissionais e cidad\u00e3os capazes de reconhecer e enfrentar o preconceito relacionado \u00e0 idade. A proposta \u00e9 que a discuss\u00e3o ultrapasse o espa\u00e7o do semin\u00e1rio e alcance os ambientes de trabalho, as fam\u00edlias, os servi\u00e7os de sa\u00fade, as institui\u00e7\u00f5es e os diferentes espa\u00e7os de conviv\u00eancia.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O combate ao idadismo exige reconhecer como o preconceito relacionado \u00e0 idade se manifesta nas rela\u00e7\u00f5es cotidianas, nas institui\u00e7\u00f5es, nas pol\u00edticas p\u00fablicas e nas pr\u00e1ticas de cuidado. 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