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Semana Mundial de Aleitamento Materno, em 2020, foca caráter sustentável da amamentação

aleitamento maternoApoie o aleitamento materno por um planeta saudável” é o tema da Semana Mundial de Aleitamento Materno em 2020, que segue até a próxima sexta-feira, 7. Este mês é conhecido como Agosto Dourado, quando são intensificadas ações de incentivo à amamentação. A cor dourada está relacionada ao padrão ouro de qualidade do leite materno.

"A temática da semana neste ano busca destacar os vínculos entre a amamentação e o meio ambiente, uma vez que o leite materno é um alimento ambientalmente seguro e ecológico, porque é produzido e entregue com o mínimo de poluição e desperdício", explicou a professora Fernanda Penido, do Departamento de Enfermagem Materno Infantil e Saúde Pública da Escola de Enfermagem da UFMG, em entrevista ao programa Conexões, da Rádio UFMG Educativa, nesta quarta-feira, 5.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) recomendam que a amamentação seja a única forma de alimentação até os seis meses de idade e que seja continuada até os dois anos, combinada a alimentos saudáveis. Do ponto de vista da saúde da criança, o leite materno oferece tudo o que o bebê precisa nos primeiros anos de vida, sendo desnecessária até mesmo a ingestão de água.

“O aleitamento materno é a primeira fonte de vínculo que se dá, por meio do contato pele a pele, entre mãe e filho. Para as mães, a amamentação reduz muito o risco de desenvolvimento de câncer de mama e do ovário, diabetes. São muitos os benefícios para a mãe, assim como para o bebê e o meio ambiente", destacou Fernanda Penido.

Em 2020, por causa da pandemia da covid-19, surgiram algumas dúvidas sobre a segurança da amamentação. Segundo a professora, a recomendação de órgãos como a OMS e o Ministério da Saúde é que as mães, mesmo com caso confirmado de infecção pelo novo coronavírus, não deixem de amamentar. “Não há elementos que comprovem que o leite materno possa disseminar o coronavírus. Por isso, é importante a manutenção da amamentação, desde que haja desejo e disposição da mulher”, explicou. Ouça neste link a reportagem completa.
(Com Rádio UFMG Educativa)