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Professor e egressa de Nutrição participam de pesquisa que avalia comportamento dos brasileiros no combate à Covid-19

O professor do Departamento de Nutrição da Escola de Enfermagem da UFMG, Rafael Moreira Claro, e a egressa do curso de Nutrição e mestranda em Saúde Pública pela UFMG, Thaís Marquezine, fazem parte da pesquisa do Ministério da Saúde que, diante da pandemia da Covid-19, vai avaliar as práticas de prevenção e condições de saúde da população brasileira.

A pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel Covid-19) teve início no dia 1º de abril por telefone celular com pessoas de 18 anos ou mais em todas as capitais do país. O estudo irá auxiliar o Ministério da Saúde no planejamento de ações e de programas de saúde para reduzir os casos e o agravamento da infecção pelo coronavírus.

Estão sendo questionados comportamentos adotados ou não pela população, como forma de prevenção à doença, meios de comunicação utilizados para obtenção de informações, presença de sintomas, busca por serviço de saúde, presença de doenças crônicas, entre outras informações.

As ligações são feitas em diferentes dias e horários da semana, incluindo sábados e domingos e, no período noturno, até 21h, durante o mês de abril. Os números de telefones são definidos aleatoriamente, por meio de sorteio garantindo, desta forma, a representatividade de toda a população brasileira.

Na pesquisa são perguntadas apenas informações sobre idade, sexo, escolaridade, estado civil, raça/cor que serão utilizadas nos procedimentos metodológicos para que os resultados reflitam a distribuição sociodemográfica da população total. Não são perguntadas informações sobre CPF, RG ou dados bancários.

O Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) faz parte das ações do Ministério da Saúde para estruturar a vigilância de doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) no país. Realizada desde 2006, é a pesquisa mais sustentável dentre todos os inquéritos já realizados pelo Ministério da Saúde e agora passa a ter sua tecnologia empregada também em inquéritos voltados à investigação de doenças infeciosas.

(Com informações da Secretaria de Vigilância Sanitária, da Agência Saúde)