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Representantes de maternidades de Belo Horizonte se reúnem na Escola para discussão sobre cogestão

APICE ON2O Projeto Aprimoramento e Inovação no Cuidado e Ensino em Obstetrícia e Neonatologia (Apice ON), iniciativa do Ministério da Saúde em parceria com a Escola de Enfermagem da UFMG, está organizando uma série de oficinas com o tema da “Gestão e Cogestão nos serviços de atenção obstétrica e neonatal”, como oportunidade de discutir com os hospitais que manifestaram interesse na temática. Na última sexta-feira, 30 de novembro, a EEUFMG foi sede do encontro de representantes de cinco maternidades de Belo Horizonte para discussão da temática, ministrada consultor do Ministério da Saúde e membro da equipe de Planejamento, Monitoramento e Avaliação (PM&A) do Projeto, Serafim Santos Filho.

A coordenadora do projeto, professora Kleyde Ventura de Souza, afirmou que o ApiceON é um projeto estratégico que apoia os serviços. “Entendemos que precisamos dar continuidade à essa temática fundamental para articular os outros dois grandes componentes estruturantes do projeto que são a atenção e a formação”, explicou.

Sônia Lievori, supervisora da região Sudeste I ( Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo), destacou que a oficina de Cogestão é um dos temas estruturantes do projeto Apicon e que será realizada em todo Brasil. “Acontecerá em 5 módulos, este primeiro foi presencial. É uma proposta já testada e discutida com outros serviços, estamos trazendo essa conformação para o Apiceon”, disse.

Vera de Oliveira Nunes Figueiredo, mediadora do ApiceON de referência para os hospitais Risoleta Neves e Santa Casa, afirmou que a oficina foi muito interessante e gosta muito da metodologia utilizada. “A participação das maternidades foi extremamente rica. Essa diretriz é fundamental dentro das maternidades para produzir gestões mais participativas, trabalhadores mais satisfeitos, mudanças naquele modelo de atenção ao parto, nascimento, atendimento às mulheres em situação de abortamento, de violência, com boas práticas e que com certeza aumentará o grau de satisfação dos usuários nas maternidades e reduzir morbimortalidade tanto materno, quanto neonatal”.