Coordenadora local do CEEO na UFPB fala sobre expectativas com o novo curso

Nessa segunda fase do Curso de Especialização em Enfermagem Obstétrica (CEEO) - Rede Cegonha, novas Universidades passaram a fazer parte do projeto. A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) é uma delas. Conversamos com a coordenadora local do Curso nesse Estado, Waglânia Freitas, sobre as expectativas com essa nova parceria. Confira:

"Falar da entrada da UFPB nessa formação em rede, que é o que o CEEO Rede Cegonha se propõe, é uma experiência, no mínimo, transformadora! Uma alegria imensa. Um sonho que iniciou sua realização com a assinatura do acordo UFPB-UFMG.

Como coordenadora local, as expectativas são as melhores possíveis, pois a Paraíba ainda amarga um modelo obstétrico pautado em intervenções e no protagonismo profissional. E este curso vem com a cor da esperança por melhorias do cuidado no SUS e para o SUS.

Eu acredito que a formação das (os) trabalhadoras (es) em rede fortalece a identidade da Enfermagem Obstétrica, melhora a qualidade do serviço prestado e, consequentemente, aumenta a satisfação das usuárias e suas famílias. É isso que queremos e é isso que esperamos com a entrada da UFPB neste projeto. É esse o retorno que a população paraibana quer das instituições formadoras de recursos humanos.

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 Estamos dando um passo inicial para que possamos repensar a organização do  trabalho em saúde na atenção obstétrica, considerando o protagonismo da mulher, o  planejamento do cuidado baseado em evidências científicas e no diálogo entre a  equipe multidisciplinar.

 Não é só um passo no caminho. É um caminho inteiro a ser percorrido com vários  passos, dentre estes, o passo de fortalecer o cuidado prestado pela Enfermagem  Obstétrica. Mais um passo a dar é o de formar enfermeiras (os) Obstétricas(os) para  os futuros Centros de Parto Normal (CPNs) que a Paraíba irá receber.

 Fazer o curso acontecer aqui na Paraíba e na UFPB será um desafio a várias mãos!  Um desafio que aceitamos cumprir. E que venha cheio de vontade de dar certo; coragem para executá-lo da melhor forma e com a melhor qualidade possível; e diálogo entre todos os atores envolvidos: docentes, preceptores, gestores e trabalhadores-estudantes.

Todos formando uma teia de cuidado. Uma teia de desejos tecida a várias mãos, cuja linha é o reconhecimento da mulher como protagonista e cuja tessitura será a reflexão sobre os direitos sexuais e reprodutivos das mulheres traduzidos em boas práticas obstétricas no ciclo grávido-puerperal e ao recém-nascido!

Que venha o CEEO! Que se aqueça na mais oriental das capitais brasileiras."

Waglânia Freitas

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